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Química Orgânica I

(prática)

Custódia Fonseca

cfonseca@ualg.pt

Gab: C2 2.24

Calendarização

Semana De Sumário

1 Teoria Química versus Prática Laboratorial:

Boas práticas laboratoriais

Técnicas laboratoriais: Extracção por solventes;

Identificação de substâncias por cromatografia em

camada fina

Modelação molecular e estereoquímica

2 Introdução à reactividade dos compostos

orgânicos: Halogenação de hidrocarbonetos;

substituição nucleofílica 3 Hidrocarbonetos insaturados: Isomerização;

extracção do limoneno 4 Álcoois e éteres: Desidratação de um álcool 5 Caracterização de compostos orgânicos: elucidação estrutural; oficina de interpretação de espectros de RMN Avaliação

A prática vale 30 % da nota final:

20% Preparação prévia da aula prática 60% Desempenho laboratorial 20% Respostas feitas no final da aula Normas de segurança No laboratório 1- Normas gerais

1.1. Ter sempre presente que o laboratório é um local de risco potencial. Agir com segurança, sem pressa.

1.2. Conhecer a localização de saídas de emergência, extintores de incêndio, caixa de primeiros socorros e restante equipamento de protecção (chuveiros e torneiras lava-olhos, cobertores anti-fogo, etc.), e aprender a utiliza-los.

1.3. Não fumar, comer ou beber no laboratório.

1.4. Utilizar bata (de preferência de algodão) e outro equipamento de protecção pessoal adequado ao trabalho realizado (óculos, luvas, avental, máscara).

1.5. Não pipetar com a boca: usar pompetes ou controlador de pipetas.

1.6. Tomar precauções no caso de utilização de fontes de aquecimento: Não aquecer recipientes fechados, utilizar pinças ou luvas apropriadas para manuseamento de material aquecido, não deixar uma chama acesa ou uma placa quente sem um aviso, não tocar numa placa de aquecimento para determinar se está, ou não, quente.

1.7. Não utilizar uma chama ou placa de aquecimento perto de solventes orgânicos ou reagentes inflamáveis.

1.8. Não inalar vapores de solventes ou pós químicos. Todas as reacções químicas e operações de purificação de solventes e reagentes devem ser efectuadas num nicho de fumos (“hotte”). Confirmar que este equipamento está operacional antes de iniciar o trabalho.

1.9. Ao trabalhar com ácidos ou bases concentrados, solventes orgânicos, ou ao utilizar luz ultravioleta, usar óculos de protecção.

1.10.Conservar as bancadas arrumadas e limpas e o chão seco e limpo.

Limpar imediatamente qualquer derrame de líquidos ou sólidos, evitando o contacto com a pele ou com o vestuário. Informar os colegas de laboratório de potenciais riscos de queda em locais de chão húmido.

1.11.Em caso de quebra de material de vidro, utilizar equipamento de recolha de material cortante adequado.

1.12.Não obstruir os locais destinados à circulação no laboratório.

1.13.Manter a bancada e nicho de fumos (“hotte”) livre de material desnecessário.

1.14.Trabalhar sempre acompanhado por outra pessoa.

1.15.Antes de manusear qualquer reagente, ler atentamente o rótulo, tomando conhecimento de potenciais riscos e cuidados a ter na sua utilização. Em caso de falta de informação, considerar qualquer composto como tóxico.

1.16.Antes de utilizar qualquer equipamento, obter informações acerca do procedimento operacional correcto, lendo o manual ou consultando normas de utilização elaboradas pelo técnico ou docente responsável.

Esta informação deverá ser colocada junto do aparelho num local facilmente acessível ao utilizador.

1.17.Não manusear aparelhos eléctricos com as mãos húmidas.

1.18.Em caso de detecção de mau funcionamento de um aparelho, informar imediatamente o técnico ou o docente responsável pela sua manutenção.

1.19.Lavar as mãos com frequência durante o trabalho laboratorial. Proteger as feridas expostas. Lavar sempre as mãos antes de deixar o laboratório.

1.20.Não utilizar frigoríficos e arcas congeladoras para outro fim que não seja o de armazenamento de produtos químicos.

1.21.Recolher os materiais de desperdício, líquidos ou sólidos, de acordo com o solicitado pelas normas do laboratório.

1.22.Ao abandonar o laboratório, confirmar que o equipamento e reagentes utilizados estão devidamente arrumados, as torneiras de abastecimento de água e de gás fechadas e os aparelhos eléctricos desligados.

1.23.Os responsáveis dos laboratórios onde sejam manuseados compostos de elevada perigosidade (radioactivos, carcinogénicos, mutagénicos ou perigosos para o ambiente) devem informar a Comissão de Segurança sobre os cuidados tidos com a lavagem ou descarte do material contaminado, a eliminação de resíduos e o doseamento da exposição por parte dos operadores, se aplicável.

1.24.Todos os acidentes devem ser comunicados de imediato ao técnico ou docente responsável pelo laboratório e objecto de um relatório à Comissão de Segurança do DQB.

Normas de segurança pessoal

2.1. Todas as pessoas que trabalham no laboratório são consideradas responsáveis pela sua própria segurança e pela segurança de outros que trabalhem na sua proximidade.





2.2. Usar sempre bata no laboratório. De preferência, esta deve ser de algodão pois este material tem maior capacidade de absorção e é mais resistente a substâncias químicas do que o nylon. A bata deve ser justa e mantida em boas condições de higiene.

2.3. O calçado utilizado deve ser fechado e de sola anti-derrapante.

–  –  –

2.5 Os óculos de protecção devem ser utilizados sempre que se realizem experiências que envolvam risco de salpicos com reagentes corrosivos e tóxicos. O uso de lentes de contacto é desaconselhado, tendo em conta que o material de que são feitas permite a absorção de vapores de compostos químicos, tais como solventes orgânicos, provocando irritações oculares. Ainda, na eventualidade de um contacto acidental dos olhos com um reagente irritante, o reflexo de fechar os olhos impede a remoção atempada das lentes de contacto.

2.6. A escolha de luvas de protecção adequadas ao tipo de reagentes manuseados é de extrema importância. As luvas descartáveis (como por exemplo as de látex) podem ser utilizadas na pesagem ou manuseamento de produtos sólidos, evitando que estes sejam adsorvidos pela pele, além de oferecerem protecção contra soluções aquosas em geral. Por outro lado, o manuseamento de ácidos ou bases fortes, bem como de solventes orgânicos, deve ser efectuada utilizando luvas adequadas (consultar tabela anexa).

2.7. A utilização de máscaras anti-poeira pode evitar a inalação de partículas sólidas mas não de gases ou vapores tóxicos. Neste caso, deve recorrerse à utilização de máscaras respiratórias com o filtro apropriado, verificando-se as condições de validade do mesmo.

2.8. Em caso de gravidez, não trabalhar no laboratório.

Manuseamento de compostos químicos

3.1. Considerar todos os reagentes como potencialmente perigosos, manuseando-os cuidadosamente.

3.2. Evitar o contacto de reagentes com a pele ou com a roupa. Mesmo que um reagente seja inofensivo, este não deverá ser cheirado ou provado.

3.3. Tomar sempre em consideração os símbolos de aviso de perigo existentes nos rótulos dos produtos químicos comerciais, consultando a respectiva tabela de descodificação antes de iniciar a sua utilização.

3.4. Procurar toda a informação relevante para o manuseamento de um dado reagente, nomeadamente quanto ao equipamento de protecção adequado, procedimento de eliminação de desperdícios e armazenamento.

3.5. Compostos orgânicos de síntese devem ser manuseados com especiais precauções, tendo em conta que se desconhecem os seus riscos potenciais para a saúde.

3.6. Ter em conta que alguns compostos e substâncias químicas podem ser inflamáveis, corrosivos, reactivos ou tóxicos quando misturados com outros materiais.

3.7. Produtos químicos tóxicos, voláteis ou que emitam vapores tóxicos devem ser mantidos e manuseados em nicho de fumos (“hotte”).

3.8. Não abandonar recipientes que contenham líquidos ou sólidos destapados na bancada.

3.9. Armazenar separadamente líquidos e sólidos, mantendo também solventes separados de ácidos fortes.

3.10. Etiquetar compostos sintéticos e soluções mantidas na bancada, mencionando claramente o conteúdo do recipiente, pessoa responsável, data de preparação, bem como qualquer outra informação relevante ao seu manuseamento.

3.11. Não utilizar fontes de chama ou de calor intenso próximo de produtos químicos inflamáveis.

3.12. Utilizar contentores próprios para a eliminação de desperdícios, sólidos ou líquidos. O sistema de eliminação de esgotos não está equipado para a remoção de material tóxico ou volátil.

Eliminação de desperdícios

4.1. Quem produz o desperdício é o responsável pela sua eliminação em segurança, tanto pessoal como de outros que frequentem o laboratório, salvo quando se designe uma pessoa para se encarregar dessa função.

4.2. Separar desperdícios orgânicos e inorgânicos. Solventes halogenados devem ser separados de solventes não-halogenados e armazenados em contentores de material resistente à corrosão.

4.3. Sólidos orgânicos e sólidos inorgânicos, como sílica gel, devem ser eliminados separadamente e colocados em contentores especializados para o efeito.

4.4. Em virtude da sua toxicidade, metais pesados tais como mercúrio ou crómio devem ser colocados em contentores especialmente designados para o seu armazenamento em condições de segurança anti-derrame.

4.5. Ácidos e bases podem ser eliminados pela canalização de esgotos desde que previamente neutralizados.

4.6. Em caso de dúvida, confirmar com o técnico ou docente responsável pelo laboratório qual o procedimento mais adequado para a eliminação de reagentes. Em nenhuma circunstância utilizar o sistema de esgotos para eliminar reagentes sem se certificar de que é seguro faze-lo dessa forma.

4.7. Em caso de quebra de material de vidro, os desperdícios devem ser descontaminados antes de serem colocados no contentor de reciclagem deste material, o qual deve ser rígido e à prova de perfuração.

Em caso de acidente

5.1. Todos os acidentes devem ser comunicados de imediato ao técnico ou docente responsável pelo laboratório e objecto de um relatório à Comissão de Segurança do DQB.

5.2.Golpes ligeiros:

Fazer sangrar o golpe durante alguns segundos.

Remover estilhaços.

Lavar com água corrente.

Desinfectar e proteger com um penso.

5.3. Salpicos e queimaduras químicas superficiais:

Lavar abundantemente a área afectada com água corrente usando chuveiro de emergência. O uso de sabão facilita a remoção de contaminantes químicos.

Remover o vestuário contaminado.

É aconselhável a consulta de um médico especialista da área afectada.

5.4. Salpicos químicos nos olhos:

Lavar com soro fisiológico ou água utilizando um esguicho próprio (frasco ou lavador), mantendo as pálpebras afastadas, de forma a que o jacto de água seja preferencialmente dirigido na linha tangente ao globo ocular.

Consultar um médico oftalmologista.

5.5. Inalação de substâncias tóxicas:

Afastar o acidentado do local contaminado, aliviando-lhe o vestuário no pescoço e no peito.

No caso de inconsciência, deitar o acidentado com a face virada para baixo, mantendo-o aquecido. Na eventualidade de paragem respiratória, tentar a reanimação com respiração boca-a-boca, excepto no caso de contaminação por venenos.

Providenciar o transporte rápido do acidentado para o hospital.

5.6. Ingestão de reagentes (sólidos/líquidos):

Se a contaminação for apenas bucal, bochechar com água, sem ingerir.

Em caso de ingestão, beber água ou leite em abundância e deslocar-se rapidamente a um hospital, providenciando todos os dados acerca da natureza da substância ingerida.

5.7. Queimaduras superficiais:

Aliviar a dor mergulhando a área afectada em água ou gelo.

Aplicar pomada própria ou linimento e proteger com gaze esterilizada.

5.8. Circuitos eléctricos:

Desligar a corrente/quadro de electricidade antes de socorrer o acidentado.

Em caso de incêndio

6.1. Não entrar em pânico.

6.2. Accionar o sistema de alarme.

6.3. Evacuar o laboratório. No caso de haver pessoas acidentadas, proceder ao seu socorro imediato utilizando o chuveiro de emergência ou, eventualmente, fazendo rolar o acidentado pelo chão.

6.4. Desligar o gás e a electricidade.

6.5. Atacar o fogo com extintores ou com cobertores de incêndio.

6.6. Não utilizar água para apagar um fogo que envolva equipamento eléctrico (risco de electrocussão).

6.7. Ter atenção à localização de botijas de gás comprimido. Uma vez que estas podem explodir, evacuar o edifício e avisar os bombeiros da sua presença e localização.

6.8. Se não conseguir fazer nada, saia da sala e peça ajuda.

Tabela de especificidade de luvas de protecção

–  –  –

Material de laboratório

Como se faz um filtro de pregas:

Lista de Riscos R 1 Explosivo no estado seco.

R 2 Risco de explosão por choque, fricção, fogo ou outras fontes de ignição.

R 3 Grande risco de explosão por choque, fricção, fogo ou outras fontes de ignição.

R 4 Forma compostos metálicos explosivos muito sensíveis.

R 5 Perigo de explosão sob a acção do calor.

R 6 Perigo de explosão com ou sem contacto com o ar.

R 7 Pode provocar incêndio.

R 8 Favorece a inflamação de matérias combustíveis.

R 9 Pode explodir quando misturado com matérias combustíveis.

R10 Inflamável.

R 11 Facilmente inflamável.

R12 Extremamente inflamável.



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